quinta-feira, 22 de junho de 2017

Resenha do Livro A Outra Chance

Resenha de A Outra Chance do Autor Afonso Celso

Olá leitores queridos,
Tudo bem com vocês? Espero que esteja tudo as mil maravilhas😊

A escrita do Celso me surpreendeu bastante, fiquei bastante tocada com a leitura, fiz essa leitura no ano passado, e só agora consegui postar sua resenha, pois não poderia deixar de passar á vocês essa leitura super reflexiva.
Espero que consiga passar um pouco sobre o que li para vocês, e que tenham a oportunidade de ler e refletirem também😉.

Então vamos ao nosso passeio em A Outra Chance.


A Outra Chance
Autor: Afonso Celso Brandão de Sá
Editora: Chiado
Paginas: 198
Sinopse: Nem sempre o homem é o senhor de suas decisões. Há certas circunstâncias em que o sentimento supera a razão e para todo o sempre há uma voz superior. O homem é o senhor do seu destino, mas ele deve responsabilidades a um ser superior.Um vírus mortal ataca a humanidade e coloca-a em risco de extinção.Um homem, designado por uma força superior para salvá-la descobre, afinal, a razão da existência dessa ameaça e porque fora escolhido para tal missão. No entanto, um preço muito alto terá que ser pago para conseguir esse objetivo. Mesmo sem querer, ele tem uma missão que terá que cumprir a qualquer custo, independente de sua vontade.Descubra os desígnios da humanidade, porque estamos aqui e se merecemos estar aqui.


“Nem sempre o homem é o senhor de suas decisões”. essa frase faz jus a todo o contexto do livro, pois o homem não manda em nada, e sim Deus.


"A Outra Chance" gira em torno de um reencontro entre três amigos, que ha muito não se viam e um deles possa á contar uma estoria de um homem chamado Luiz, que era um advogado bem sucedido e ambicioso, com dois sonhos: se tornar promotor e se casar com Sônia, sua namorada.


Quando tudo parece está dando certo, ele passa em um concurso para promotor, Luiz se depara com uma má notícia, que o faz sentir uma grande angustia.
O mundo estava sendo abalado  por um vírus perigoso chamado de "o vírus do século", onde estava matando inúmeras pessoas, e ninguém consegue achar uma cura, a explicação dos cientistas é que a culpa é do homem, que ataca, desmatando a natureza.
Luiz consegue casar-se com sua namorada, constrói família, mas tudo que temia acontece.
O vírus TR-35 chega á sua família...


O que ele não sabia era que tinha sido escolhido...mas escolhido para quê...qual seria sua missão...como faria para obter uma resposta...
"Nem sempre o homem é o senhor de suas decisões"...você verá que essa frase diz muito mais, que uma simples frase de um livro, nos leva a pensar no que vivemos nos dias de hoje.

,



O livro tem uma leitura simples e fácil, sem falar que é bem curtinho, eu o li em um dia regado á um bom vinho 😊. 
Eu gostei muito, é um dos gêneros que gosto, o que facilitou muito a leitura fluir rápido. Lembrei de vários filmes apocalípticos que já assisti, de certos vírus devastarem a humanidade, ver o caos, o desespero, uma completa falta de esperança e saber que tudo aquilo poderia ser diferente, caso o ser humano fosse diferente. 

Ele relata fatos e coisas parecidas com o que vivenciamos em nosso dia-a-dia, uma delas é a grande intolerância entre os seres humanos, o que nos deixa uma grande reflexão após a leitura.


“Só contemplando esta beleza infinita é que se pode ver como Deus foi tão generoso na sua concepção.”



Quer saber mais sobre a estoria de Luiz... então corra e compre seu exemplar.


E-mail: afonso@afonsocelso.com.br
Facebook: Afonso Celso Sá
Instagran: @afonsocelsosa 



********************************************************************
Então meus queridos, essa foi minha resenha desse livro super envolvente, espero que tenham gostado, se gostaram deixem seus likes e comentários😉

Até a próxima,
Um grande bjo e um xero da Pry😘😘😘


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Entrevista com o Escritor Daniel Nonohay

Entrevista com o Escritor Daniel Nonohay

Olá queridos leitores!!!

Vamos de entrevista😊

Hoje trago a entrevista que fiz com o Escritor Daniel Nonohay, ele é autor do livro maravilhoso Um Passeio no Jardim da Vingança.
Um Juiz do trabalho, que se tornou escritor,nossa ele tem muito á nos contar.
Para começo de história, amei seu livro da capa ao fim, surpreendente, e breve postarei minha resenha dele.

Então vamos conhecer esse talento Brasileiro.



Daniel Nonohay
Escritor 
Nasceu em 1973 e mora em Porto Alegre. É casado e pai de duas filhas. Juiz do trabalho, escreveu o seu primeiro romance à mão, em dois cadernos pautados, quando tinha 17 anos. É autor de artigos técnicos, na área do Direito, e políticos que foram publicados em livros, jornais e sites. Organizou livros de coletâneas. É colorado. Atuou como professor e é pós-graduado em Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho e Direito Previdenciário. Foi Presidente da Associação dos Magistrados do Trabalho do Rio Grande do Sul. Atualmente, aproveita cada segundo livre para escrever, a sua grande paixão (depois, é claro, das “suas mulheres”).

Vamos as perguntas😉

1.Quando você descobriu que era Escritor, que queria se dedicar à esse mundo da escrita?
Eu sempre fui apaixonado pela leitura. Desde criança. Comecei com histórias em quadrinhos e para os livros. Meu pai e minha madrinha liam muito. Fui favorecido com estes exemplos e com a facilidade de acesso à literatura, algo muito raro em nosso país.
Era uma época pré-internet, pré-videogame e com televisão aberta restrita a quatro ou cinco canais, quando o sinal pegava. Dependendo onde você morasse, sequer TV aberta havia. A criança não tinha muitas opções para fugir da realidade, principalmente quando estava sozinha em casa. As revistas e, depois, os livros eram as portas que te levavam para outros mundos.
Minha paixão por literatura me levou a querer ser escritor. Assim, posso dizer que sempre quis ser escritor, assim como quis ser juiz.  A vida, contudo, impõe-nos algumas decisões e, por volta dos vinte anos, tive que privilegiar um dos sonhos.
Em verdade, escrever é grande parte do que faço no meu dia a dia na Justiça. Analiso histórias, tento aplicar a lei de uma forma justa e dar solução às controvérsias. Óbvio que a escrita técnica é diferente, mas a tentativa de buscar clareza, lógica e precisão é a mesma, seja na sentença, seja em um suspense, seja em uma crônica.
De certa forma, tudo está interligado. Passam pelos meus olhos, nos processos, milhares de tragédias e comédias. Finais felizes e finais tristes. Histórias que servem como um manancial praticamente inesgotável para o escritor minimamente atento. Se eu escrevesse sobre algumas delas, o público certamente acharia o texto inventivo ou “forçado” demais. Como se diz, a realidade não tem compromisso com a coerência e os casos que analiso me lembram disso a todo momento. Se você é alguém que presta atenção ao seu redor, a realidade é um lugar incrível de se viver.
Passados dezesseis anos da minha posse como juiz, eu resolvi finalmente atender a minha necessidade de contar aquelas histórias que fluíam, mesmo sem eu as provocar, nos mais estanhos momentos.

2.Como costuma surgir sua inspiração? Tem horários especiais?
Eu acredito em rotina, organização, concentração e persistência.
A inspiração existe. Eu sei quando estou inspirado. A escrita flui melhor e mais rápida. As ideias jorram e eu quase não consigo acompanhá-las. A inspiração, contudo, é traiçoeira. Aparece quando quer e em horas improváveis. O ideal é que ela lhe pegue prono para escrever.
De qualquer modo, para escrever obras maiores, você não pode contar com a inspiração. Deve contar com a constância do seu trabalho, que deve ficar no mínimo bom mesmo sem ela. 

3.Que critérios você usa para criar seus personagens? Em pessoas reais ou fatos?
A construção de personagens sólidos é essencial para a verossimilhança da história. Com personagens consistentes, o livro praticamente caminha por si só. O escritor, neste processo, torna-se um companheiro dos seus personagens.
Se você consegue criar personagens assim, basta colocar os contextos e eles respondem, levando a trama, inclusive, para locais que não imaginou previamente. É algo muito semelhante ao que Stephen King fala em seu livro Sobre a Escrita, na parte em que comenta o seu processo criativo.
Esta construção pode ter como base pessoas que conhecesses, mas não gosto da transposição de “cópias” de personalidades reais para o papel.
Por exemplo. Um Passeio no Jardim da Vingança gira em um meio, o jurídico, que frequento. Vários conhecidos, ao lerem o livro, tentam identificar quem inspirou cada personagem. Na verdade, não são inspirados em ninguém, individualmente. Essa inspiração facilitaria a construção do personagem, pois ele já está delineado na vida real, mas limita muito a narrativa. Você perde a naturalidade da escrita. Mesmo inconscientemente, não queres fazer o seu amigo, que lerá o livro depois, assim como a família dele, ser um calhorda ou um anjo. Não quero este tipo de interferência no desenvolvimento da obra.
Interessante que, exatamente pela ação dos personagens, a evolução do Passeio ficou diferente da história que imaginei, originalmente. Eles não respondiam satisfatoriamente ao que eu tinha projetado. Determinadas reações ficariam forçadas ou contraditórias com o desenvolvimento de personalidade que eles tiveram no curso da trama.
No livro que atualmente estou escrevendo, tentei quebrar esta regra e não consegui. Um dos personagens era inspirado no meu pai. A história começou a ficar artificial. Não fluía. Assim, mantive apenas algumas referências, redesenhei o personagem e consegui seguir em frente.

4.Ouve algum Escritor (a) que lhe inspirou? Qual?
Pergunta difícil.
Gosto de escritores de frases curtas, diretas e significativas, como o Hemingway. Escrever assim é um desafio. Caso consigas, o texto resultante é claro e translúcido, deixando espaço para a história fluir. Gosto, também, do estilo simples e eficiente do Haruki Murakami. Entram na lista, ainda, por outros atributos, Philip Roth, Philip K. Dick e George RR Martin.
Se eu fosse obrigado a escolher apenas um, seria o Stephen King. Eu o leio desde adolescente. Mesmo mudando com as naturais modificações de gosto que ocorrem no correr da vida, sempre o considerei um ótimo escritor e sempre tive prazer com seus livros. Isto tem um significado.  King constrói bem seus personagens e consegue fazer você acreditar e se divertir com as ideias e histórias mais estapafúrdias.
       
5.Qual seu sentimento referente suas estórias?
Eu sou o meu primeiro leitor. Tenho que gostar da história quando a escrevo e, depois, quando a leio. Óbvio que vejo defeitos, inconsistências e outros problemas no texto, mas isso não pode se sobrepor à “diversão” neste processo. Isto vale para comédias, dramas e todos os outros gêneros.
       
6.Como e quando surgiu Um Passeio no Jardim da Vingança? 7. Qual o tempo de criação de Um Passeio no Jardim da Vingança? E quais os contratempos?
Há cerca de três anos, decidi que estava na hora de escrever ficção de forma “séria”.
Entre a decisão e a última revisão, o processo de escrita demorou cerca de dois anos. Como escrever não é minha principal ocupação profissional, tinha que encontrar tempo à noite, nas férias e nos finais de semana. Apesar do pouco tempo disponível, foi um processo divertido, de descoberta de técnicas de escrita e de autoconhecimento.
Como surgiu?
Personagens com moralidade duvidosa e fortes motivações sempre me atraíram. Retirar tudo de alguém e deixá-lo vivo, somente agarrado ao desejo de vingança, é uma posição de onde se originam grandes histórias, como a de Edmond Dantés, em O Conde de Monte Cristo.
Paralelamente a isso, como disse, escrevo o que gosto de ler e tenho predileção por histórias de ficção científica e fantasia. Elas permitem um exercício maior de criação pelos autores, pois, além da história em si, dos personagens e de outros elementos, há uma exigência de construção detalhada do enredo e do mundo no entorno dos personagens
Como terceira fonte para a construção da história utilizei um meio, o jurídico, que frequento há muitos anos por ser juiz. Como diz Tolstói, fale da sua aldeia e estarás falando do mundo.
Esses foram os ingredientes que coloquei no caldeirão onde fiz o Um Passeio no Jardim da Vingança.

8.Além de ser  escritor,  exerce outra profissão?
Sim. Como referi, sou juiz do trabalho.

9.Você já recebeu crítica negativa da sua obra? Como reagiu a tal situação?
Recebi, embora menos do que pensei que fosse receber.
Um Passeio no Jardim da Vingança é o livro que eu queria ler. Não fiz concessões para facilitar a leitura ou a venda. A verdade nele é crua, há cenas muito fortes e são abordados temas, como religião e sexualidade, tabus para muitos. A forma de construção, com múltiplos focos narrativos e cronologia alterada também não a tornam uma obra “para iniciantes”.
Encaro todas as críticas com naturalidade e tento vê-las pelo lado positivo, subtraindo o que elas têm de verdadeiro.   

10.Além de Um Passeio no Jardim da Vingança, quais obras você já escreveu?
Quando eu estava cursando a faculdade de direito, arranjei um trabalho como representante (vendedor) de produtos químicos e siderúrgicos na empresa de um amigo. Naquela época, afora quando estava no telefone vendendo ou operando a máquina de telex (uma precursora do fax e do e-mail), não tinha nada para fazer. Ou lia ou ... escrevia. E foi o que fiz. Meu primeiro livro saiu ali, escrito à mão, em cadernos pautados. Nunca foi publicado e nunca será.
O livro, chamado O Analista, passava-se no Brasil, em 2028, e trabalhava com a hipótese de Maluf ter ganho as eleições de 1985 e de não ter dado certo a distensão democrática. O personagem principal era um mercenário, contratado para operar uma célula terrorista em Porto Alegre.
A ideia da história, para a época, era interessante, mas foi uma obra de formação. Quase um exercício para aprender como se escrevia um livro. Era preciso muita persistência para escrever obras grandes antes do processador de texto. Eu escrevia a mão, revisava, reescrevia em outro caderno. Depois, datilografava. Por essas e por outras coloco o processador de texto no meu altar de adoração.
Hoje em dia escrevo, semanalmente, crônicas que publico no meu site (www.danielnonohay.com.br), bem como em jornais e revistas diversos. Faço, ainda, críticas de cinema e resenhas literárias para os sites NoSet (http://noset.com.br), Homo Literatus (http://homoliteratus.com) e Novo Nerd (http://novonerd.xpg.uol.com.br). Confiram e indiquem!



11.Qual o sentimento de ter seu livro publicado pela Editora Talentos da Literatura Brasileira?
A Editora Novo Século, por meio do selo Talentos da Literatura Brasileira, atende a um nicho de mercado “carente” no Brasil. Escritores iniciantes, com algum capital, que querem fazer uma parceria para o lançamento da sua obra, sem aguardar um período longo e incerto para a publicação
A editora atendeu às minhas expectativas. A revisão, edição e impressão do Um Passeio no Jardim da Vingança foram ótimos e estou satisfeito com a relação que mantenho com a Editora.

12.Qual a mensagem que você deixa para seus leitores?

Fundamentalmente, espero que os meus leitores sejam tragados pelo universo do livro e que se divirtam neste processo. Meu objetivo sempre foi este: criar e contar uma boa história. A ideia de outros compartilhando esta história é fantástica. Leiam, critiquem e comentem. Na medida do possível, responderei a todos os que me contatarem.

*********************************************************************************

Nossa gostei muito de sua entrevista Daniel, quero agradecer pelo tempo disponibilizado, desejo que sua obra alcance todo sucesso possível.
E que venham novas histórias, por que estou ansiosa para ler mas obras suas.
Muito obrigada mesmo.

*********************************************************************************


Para saber mais sobre o Daniel e seu Livro, basta acessar os links a baixo.



Bom queridos, por hoje é só, nos vemos em breve.

Até a próxima,
Um Bjo e um Xero da Pry😘😘😘😘


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Indicação de Autores Nacionais #6

#pryindicandoumnacional

Helo My Friends😊

Hoje é dia de indicação de livro nacional por aqui, e não podia deixar de indicar os livros da Escritora Ana Ferrarezzi, isso mesmo, hoje vou indicar "Entre o Sol e a Lua", "Onde Fica o Para Sempre" e seu novo livro "Fantasia Despedaçada".

Então vamos á essa maravilhas😊




Entre o Sol e a Lua
Autora: Ana Ferrarezzi
Editora: Novo Século / Gênero: Fantasia / Romance Brasileiro
Páginas: 520 / 





Sinopse: 
Joana cresceu em uma cidade no interior de São Paulo e, para dar um novo rumo à sua tumultuada vida, aceita um emprego em uma multinacional no Rio de Janeiro. Enquanto ela enfrenta os desafios desta nova fase, Cauã – entidade do Sol – a reencontra e a reconhece como o amor milenar dele. Joana não tem conhecimento de que é a personificação de uma importante entidade milenar, representada pela Lua, tampouco tem ideia de que agora faz parte de uma perigosa batalha entre entidades indígenas e de que irá se deparar com inimigos inimagináveis. Surge entre eles uma paixão sem limites. No entanto, Cauã precisará unir forças para proteger a sua amada. E quebrar o encantamento que o impede de estar ao lado dela. Afinal, se o Sol precisa de Cauã para existir, ele precisa de Joana para viver. Num enredo intrigante e mágico, Entre o Sol e a Lua dá vida a personagens míticos e à encantadoras lendas, parte do folclore brasileiro ainda pouco explorado: a mitologia tupi-guarani.




O VELHO VESTIDO DE NOIVA

Autora: Ana Ferrarezzi
Editora: Novo Seculo
Paginas: 224










Sinopse:

Amélia se depara com uma devastadora notícia. Seu marido, o homem a quem se dedicou inteiramente durante trinta anos, pediu divórcio. Sem saber como prosseguir com sua vida, e aguardando que um milagre venha lhe dar uma direção, ela leva o seu vestido de noiva para uma reforma. Então, no meio do caminho, depara-se com um desdobramento inesperado.
Fábio é dono de um bistrô famoso no Recreio, Rio de Janeiro.
Desde seu traumático divórcio, abraçou uma vida solitária. Até se deparar com Amélia no ateliê de sua irmã, Letícia. Apesar de intrigado com a tristeza exposta nos olhos da bela mulher, manteve sua rotina. Então, ao caminhar pela rua, esbarra em seu desdobramento inesperado. Um livro intrigante, criativo, que acompanha com sensibilidade a transformação na vida desses dois personagens.







Fantasia Despedaçada

Autora: Mayra Carvalho
         Editora: Novo Século
Paginas: 288








Sinopse:

Quando Regina entregou sua fantasia de odalisca a Laura para reformar, estava à beira da morte. O vício das drogas e a prostituição lhe cobraram um preço muito alto. Destruíram sua carreira e seu casamento. Aniquilaram seus relacionamentos.

Regina precisava de ajuda.

Na verdade, precisava de um milagre. Como poderia rebobinar e colorir uma vida quando vivia grande parte dela em meio a um cenário tão sombrio? Um cenário em branco e preto, banhado pela intensa cor vermelha de sangue. Muito sangue.

Regina precisava de amigos.

Personagem de O velho vestido de noiva, Regina é agora protagonista neste enredo forte e verdadeiro. A autora Ana Ferrarezzi nos apresenta uma narrativa sensível e nos faz refletir que, por mais difícil que a vida possa parecer, sempre há um modo de reformá-la.




Sobre a Autora.


Ana Ferrarezzi nasceu recentemente, no Rio de Janeiro, aos 40 anos.
Ela é psicóloga, artista plástica e escritora; tudo ao mesmo tempo.
Ora alimenta-se da beleza retratada por detrás das artes, ora inspira-se nos folclores e nos contos. De uma forma única, Ana os mistura e constrói algo novo e intrigante. Ela possui um estilo interessante. Seus enredos são envolventes, bem humorados, e capazes de transportar o leitor a um mundo completamente novo.

*********************************************

Só livro lindo não é gente...
Bom, para mas informação sobre os livros, acompanhem o trabalho da Ana Pelas redes sociais, e adquiram os seus exemplares😉 


Para Compra
*********************************************

Então por hoje é só queridos, espero que tenham gostado das indicações de hoje, tenho certeza que iram amar todos os livros da Ana.


Até a próxima,
Um grande bjo e um xero da Pry😘😘😘



sexta-feira, 9 de junho de 2017

Entrevista com a Escritora Jhey Lee

Entrevista com a Escritora Jhey Lee

Helo queridos!

Olhem a entrevista que trouxe para vocês hoje, isso mesmo, entrevistei a escritora Jhey Lee, gente ela além de super talentosa é uma fofa, estava super ansiosa para entrevista-la.
A Jhey é autora de dois livros "maravilindos" (que estão Super acomodados em minha Mini Biblioteca) , é o Feridos e o Contos de Terror - Para Ler Antes de Dormir, a baixo falo para vocês como adquirir esses lindos.

Vamos conhecer um pouco sobre ela então😊



Jhey Lee
Escritora 
Jhey Lee é Autora do livro Feridos, uma série que mistura ação, drama e romance.
Jhey é formada em Letras Português Inglês pela UTP.
“A leitura sempre foi algo tão essencial quanto o ar que respiro e a escrita é o próprio ar”.
Contos de Terror /para ler antes de dormir/ é o segundo livro da Autora.
“Esse livro representa nossa vida. Momentos de tensão, medo, perdas, pesadelos, lágrimas, arrependimentos, e no final, você chega a um ponto positivo. Não importa pelo que passamos, se persistirmos no que queremos, mesmo que haja muitos obstáculos, receberemos a tão sonhada recompensa”.

“Lute por seus sonhos. Só você pode realizá-los. Com perfeita maestria”.

Vamos as perguntas😉

1. Quando você descobriu que era Escritora, que queria se dedicar á esse mundo da escrita? que ao meu ver, é o mundo da fantasia.
Sim, concordo com você, é um mundo de fantasia, um mundo incrivelmente mágico! Eu descobri através da leitura. Quando eu lia e ficava imaginando cenas que poderiam ser diferentes, ou cenas que eu colocaria se eu fosse a escritora, eu cheguei a conclusão de que estava na hora de começar a escrever as minhas próprias histórias.

2. Como costuma surgir sua inspiração? Tem horários especiais?
Às vezes, algumas situações despertam minha inspiração, como uma música, ou um Dorama que eu esteja assistindo. Mas geralmente, é quando eu menos espero, em qualquer hora ou local, por isso, eu sempre tenho cadernos, bloquinhos, post its pela casa e pelo menos um bloquinho dentro da minha bolsa. Mas o horário em que minha inspiração dispara é durante a noite e de madrugada.

3. Que critérios você usa para criar seus personagens? Em pessoas reais ou fatos?
Em ambos. Alguns personagens foram criados a partir de pessoas e acontecimentos reais que presenciei ou que me narraram. Alguns personagens foram baseados apenas em fatos, mas uma coisa é certa, todos os meus personagens, mesmo que seja um pedacinho deles, foram baseados em fatos reais.

4. Houve algum Escritor (a) que lhe inspirou? Qual?
Sim, Pedro Bandeira, com a Série “Os Karas”.

5. Qual seu sentimento referente as suas estórias?
Sentimento de felicidade extrema, gratidão, amor profundo e incondicional, realização, essência completa.

6 Como e quando surgiu Feridos?
Após chegar a conclusão de que eu deveria escrever minhas próprias histórias, eu comecei a prestar muita atenção em tudo o que acontecia ao meus redor. Desde amigas sofrendo por caras cretinos que não as merecia, como amigos se afundando e acabando com suas vidas e com as vidas das pessoas próximas a eles, devido ao uso e abuso de drogas. Além de assistir amigos e amigas sofrendo, internamente, com transtornos psicológicos como a depressão, automutilação e outros transtornos que na maioria das vezes não são tratados com a devida seriedade.



7. Qual o tempo de criação de Feridos? E quais os contratempos?
Eu levei anos escrevendo essa Série, porque exigiu e exige muito estudo e pesquisa. As cenas de automutilação, psicoses, alucinações visuais e auditivas, uso, abuso e consequência das drogas, transtornos psicológicos, muitas vezes camuflados, ou acentuados com o uso de drogas, tudo isso teve que ser cuidadosamente estudado, e pesquisado, dentro desse quesito de pesquisa, entrei em contato com os mais diferentes profissionais: professores, psiquiatras, psicólogos, clínicos gerais. E fiz pesquisa de campo com vários dependentes químicos e pessoas que sofriam com algum tipo de transtorno psicológico. A primeira versão do meu livro tinha aproximadamente 800 páginas, mas é claro, como ficou muito extensa eu precisei dividir a trama, e isso, foi um contratempo, porque para não perder a essência eu tive que triplicar o cuidado ao reescrever, alterar, acrescente e inserir cenas. Os meus maiores contratempos foi exatamente essa divisão que precisei fazer da trama, e quando perdi todos os arquivos do livro quando meu computador estragou e precisei reescrever tudo. Esses foram meus dois grandes contratempos.

8. Além de ser escritora, exerce outra profissão?
Sim, sou professora particular de língua portuguesa com ênfase em interpretação e produção de textos. Revisora. Orientadora de trama e de personagens, geralmente de escritores que estão começando.

9. Você já recebeu crítica negativa da sua obra? Como reagiu a tal situação?
Na verdade, as críticas que recebi até agora foram ótimas em todos os sentidos, porque isso, depende do ponto de vista que você compreende o que está sendo dito. Eu sempre procuro encontrar o ponto que eu posso melhorar a partir da crítica que recebi. Se é algo que eu posso alterar ou melhorar, com certeza farei, mas se é algo que faz parte da minha essência de escritora, como por exemplo: ritmo acelerado da narrativa e trabalhar com muitos personagens. Nesse caso, eu não mudo, porque é como trair a mim mesma, sendo o que não sou, fazendo o que não sei fazer, que é fingir. Eu sou o que sou, e os recursos de escrita que utilizo fazem parte do meu estilo e da minha essência.

10. Além de Feridos, quais obras você já escreveu?
Contos de Terror, para ler antes de dormir.

11. Qual o sentimento de ter seu livro publicado de forma independente?
É o sentimento mais incrível e maravilhosos do mundo. Fazer o que amo profundamente, que é escrever. Produzir com minha designer as Capas e os marcadores dos meus livros. Eu mesma poder trabalhar na revisão e diagramação do meu trabalho, e depois na divulgação. E para leituras, resenhas e divulgações de muita qualidade, tenho parceiros que me ajudam muito, e que são essenciais em minha vida. É um sentimento muito gratificante, especialmente, quando vejo que o meu trabalho está crescendo e atingindo proporções que eu não esperava, mesmo sendo escritora independente. Eu amo do fundo do meu coração ser escritora independente.

12. Qual a mensagem que você deixa para seus leitores?
Acreditem e lutem por seus sonhos. Só nós podemos realizar nossos sonhos de maneira magistral. “Tudo posso naquele que me fortalece”. Então podemos realizar nossos sonhos com a Benção e Autoridade de Deus, que é quem nos fortalece.


********************************************************************

Olá Jhey, quero agradecer pela atenção e tempo disponibilizado á entrevista. Quero desejar todo sucesso as suas obras e que nossa parceria seja duradoura.
Um grande beijo e até a próxima😉

********************************************************************

Para adquirir os livros, basta entrar em contato com a autora.
Facebook
Instagram


Então é só pessoal😊
Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Jhey.


Até a próxima,
Um grande bjo e um xero da Pry😘😘😘






quarta-feira, 7 de junho de 2017

Indicação de Autores Nacionais #5

#pryindicandoumnacional



Helo my friends!!!

Olhem o livro "maravilindo" que vim indicar para vocês😉
Gaian - O Reinício é o primeiro livro da série A Saga do Infinito, nele a adrenalina é garantida, tem ação do começo ao fim. Essa edição, na minha opinião, é linda.

Então vamos lá, conhecer um pouco sobre esse lindo😊 



Gaian - O Reinício
Autor: Cláudio Almeida
Série: A Saga do Infinito #1
Edição: 1
Editora: Novo Século - Talentos da Literatura Brasileira
Ano: 2015
Páginas: 337 
Gaian, o reinício é uma fantasia épica e narrará os últimos acontecimentos da Sétima Era daquele mundo que revelaram o nascimento de uma guerra, a queda do grandioso Reino do Norte eo reaparecimento dos guerreiros sagrados – um grupo destinado a combater o mal que trará, a cada povo de Gaian, desespero, dor, pavor e morte, e deseja acima de tudo a destruição. Quais escolhas devem ser feitas? O que importará mais? A força ou a sabedoria? Quais serão os caminhos dos guerreiros sagrados diante dos desafios? Haverá ainda espaço nas almas para a esperança?
Seja bem-vindo a Gaian. Um livro sobre perda, poder, pureza, vingança, aprendizado, medo e sobretudo crescimento. Um livro onde o passado, o presente e o futuro se encontrarão para formar o destino. 




Sobre o Autor.

Cláudio Manoel de Almeida tem 39 anos e nasceu em Brasília. Desde cedo, ele se interessou por ideologias, simbologias, ciência, religiões e mitos. Foram os filmes, no entanto, que o levaram até o mundo de Gaian. Uma história iniciada em uma tarde de 2005 e terminada em meados de 2010. Desde então, Cláudio se dedica a histórias de fantasia e ficção científica (suas maiores paixões literárias).

Gaian, o reinício é fruto da admiração de Cláudio pela criatividade e imaginação, os mais potentes combustíveis do ser humano, pois sonhos nos fazem, os sonhos nos tornam humanos.


Mais informações sobre o livro: Facebook , Skoob , Instagram

*********************************************************************************

Então meus queridos, espero que tenham gostado da indicação de hoje, eu o indico para todas as idades que gostam de se aventurar em uma leitura super gostosa e cheia de adrenalina.

Por hoje é só😉


Até a próxima,
Um grande bjo e um xero da Pry😘😘😘