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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Entrevista com a Escritora Juliana Bizatto

Entrevista com a Escritora Juliana Bizatto



Olá queridos, tudo bem com vocês? Espero que sim😊

Aff...o dia tá sendo bem corrido aqui gente...rsrsrs...Mas não poderia deixar de postar a #entrevistadapry de hoje.

Então trago para vocês a entrevista que fiz com a talentosa da Escritora Juliana Bizatto, ela [e autora do Livro Luxuria - Herança das Sombras e esse mês está lançando o segundo livro (estou super ansiosa) o Apocalipse, o segundo livro da Série Herança das Sombras..
O lançamento será virtual no dia 15/07/17 e convido todos para participarem, vai ter vários autores super talentosos participando  também😉

Então vamos conhecer um pouco mais sobre essa linda😊


Juliana Bizatto
Escritora 
Nascida e criada em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Formou-se médica em 2010 pela Universidade da Região de Joinville, e atualmente cursa o programa de residência médica de ginecologia e obstetrícia na Maternidade Darcy Vargas. Apesar de que o apetite pela literatura tenha vindo cedo na forma de leitura, a escrita veio apenas mais tarde, sendo Herança de Sombras sua primeira obra publicada aos seus 30 anos. Mãe do  lindo e adorável príncipe Bernardo, reside atualmente entre Jaraguá do Sul, Joinville e Tormento.


Vamos Conferir.

1.Quando você descobriu que era escritora, que queria se dedicar a esse mundo da escrita?
Não me vejo ainda como escritora, mas escrevi dois livros de uma coleção, e estou escrevendo o terceiro.  O desejo pela escrita surgiu após a morte da minha avó. Nesse momento eu passei por um período intenso de leitura, logo surgiu a vontade de registrar o amor e apoio incondicional que vi entre a minha família durante o luto.
2.Como costuma surgir sua inspiração? Tem horários especiais?
O meu processo de escrita é meio atípico, acontece muito quando estou no banho ou dirigindo, já tive sonhos que me ajudaram a completar lacunas da trama, então coloco minhas ideias no papel, e mais tarde transcrevo com detalhes para o computador. Às vezes escrevo direto no celular em um aplicativo, mas isso é menos frequente.
3.Que critérios você usa para criar seus personagens? Em pessoas reais ou fatos?
No Herança, meus únicos livros publicados, utilizei familiares e amigos para construir os personagens, mas os personagens são caricaturados e ganham vida e personalidade própria com o transcorrer da trama.
4.Houve algum escritor que lhe inspirou? Qual e por que?
Minha escritora favorita é a JK Rowling (Potterhead assumida rs), e a história de vida dela é incrível. Gosto de lembrar que ela publicou seu primeiro livro com 30 anos, como eu; e que ela é divorciada e mãe como eu.
5.Qual seu sentimento referente suas estórias?
Eu me sinto realizada escrevendo, realmente é uma grande conquista da minha vida, contudo por vezes me sinto um pouco insegura por não ter tido uma formação na área, e ter medo de deixar a desejar no aspecto de vocabulário ou construção de frases e cenas mais poéticas.
6.Como e quando surgiu o Luxuria? Qual o tempo de criação?
Luxúria foi criada a partir da morte da minha avó como disse antes, a minha Vozinha, comecei a escrever dois meses após a sua morte, e foi a melhor forma que encontrei de lidar com essa perda. Demorei 3 meses para escrevê-lo, porém quase 2 anos entre revisões. Luxúria passou por 4 revisões profissionais, como disse antes senti necessidade de passar pelas mãos de profissionais da área para trazer algo melhor para os meus  leitores.

Título: Lúxuria - Herança das Sombras 
Autora: Juliana Bizatto
Editora: Independente
Páginas: 400


7.De onde veio a inspiração para o nome do livro? E quais os contratempos você enfrentou durante sua criação?
Os títulos dos livros dessa série serão sempre do universo católico/bíblico. Luxúria em particular advém desse envolvimento quase obsessivo entre os dois protagonistas, Sam e Ben, neste livro o romance deles está sob os holofotes eclipsando todos os outros aspectos da trama que são apenas mais visíveis no epílogo. De fato, eles sempre estiveram, mas apenas como pano de fundo, e após o epílogo você sente vontade de retornar e reavaliar algumas cenas sob a ótica de Benjamin e com o conhecimento que ele tem sobre as Hoffer.
8.Luxuria envolve romance, aventura e ficção, são seus gêneros favoritos?
Meu gênero favorito disparado é romance sobrenatural. Acredito já ter lido todos os volumes mais populares desse gênero. Outro gênero que eu aprecio muito é a fantasia sem necessariamente ter romance envolvido.
9.Além de ser escritora, você exerce outra profissão?
Eu sou médica obstetra e ginecologista.
10.Você já recebeu crítica negativa da sua obra? Como reagiu a tal situação?
Já recebi sim, admito que não recebi a crítica muito bem (rs). Na verdade, nessa única situação, a blogueira pareceu não ter lido meu livro completamente, como se ela tivesse pulado partes, uma vez que ela confundiu aspectos básicos da trama, tentei explicar essas situações que ela não compreendeu, contudo ela não se mostrou muito interessada. De qualquer forma, meu livro a princípio não a apeteceu (rs). 
11.Além de Luxuria, quais obras você já escreveu? Onde podemos encontrar?
O segundo livro da série Apocalipse já está escrito e em processo de revisão e diagramação. Tanto Luxuria quanto Apocalipse estão disponíveis no site www.herancadesombras.com e no site da amazona em versão ebook. Para quem mora em Santa Catarina, algumas livrarias estão revendendo o livro. E estaremos na Bienal do Rio de Janeiro no estande da Ler Editorial no dia 2 e dia 3.
12.Qual o sentimento ter seu livro publicado de forma independente?
Como disse, é uma das maiores conquistas pessoais minhas. Apesar de que eu preferia estar dentro de uma editora (rs).
13.Qual a mensagem que você deixa para seus leitores?
A vida é só uma, não perca tempo lamentando pelo que você gostaria que tivesse acontecido e não o foi assim, encontre novas formas de alcançar seus objetivos, e nunca se esqueça de ser feliz. Persistir é para poucos.
14.Para finalizarmos, fale um pouco sobre você, do que gosta, de seus projetos para o futuro, uma pequena biografia.

Sou natural de Jaraguá do Sul, Santa Catarina, morei no Paraná e em outras cidades catarinenses, mas nunca no Rio Grande do Sul (muitas pessoas me perguntam isso). Sou médica obstetra e ginecologista, mãe do adorável Bernardo, que é a minha maior riqueza. Sou uma garota simples, aprecio um bom livro e um filme, mas não dispenso a companhia de bons amigos. Meus projetos são banais: lançar um livro por ano da série (serão ao total 9 livros), trabalhar na minha área como já estou fazendo, e acompanhar o mais próximo possível o crescimento do meu filho. E se possível ficar com o meu Benjamin pra sempre (rs).

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Para que saibam mais sobre a Autora e sobre suas obras, irei deixar suas redes sociais abaixo😉
Facebook  -  Skoob  -  Instagram
Compre a Obra - Aqui
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Quero agradecer Juliana, por conceder a entrevista e lhe desejar muita sorte e sucesso, e que Apocalipse obtenha todo espaço merecido no mundo😊
Em grande beijo, e obrigada mesmo.
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E assim, me despeço de vocês queridos, espero que tenham gostado da entrevista e se interessados pelas obras, e tenham certeza que irão amar.


Até a próxima,
Um grande Bjo e um xero da Pry😘😘😘


quarta-feira, 28 de junho de 2017

Entrevista com a Escritora Bárbara Nonato

Entrevista com a Escritora Bárbara Nonato



Olá, como estão queridos leitores? Espero que estejam ótimos.

Bom queridos, hoje trouxe uma entrevista quentinha que fiz com a Escritora Bárbara Nonato, ela é autora de O Lado Oculto do Medo, Noturno, Soturno, Muito Além da Alameda e Sob a  Sombra da Névoa, Todos disponíveis na Amazon.
Todos os livros são ótimos, tenho certeza que quando lerem iram amar.

Então vamos lá, vamos conhecer um pouco sobre a Bárbara e seu trabalho😉


Bárbara Nonato
Escritora 
Carioca, formada em Psicologia, autora dos romances "Muito Além da Alameda", "O Lado Oculto do Medo" e "Sob a Sombra da Névoa", e das coletâneas de contos "Soturno: três contos de suspense" e "Noturno: contos de suspense".


Vamos lá.

1.Quando você descobriu que era Escritora, que queria se dedicar á esse mundo da escrita?

Eu sempre gostei muito de ler e acho que isso ajudou. Trabalho com escrita há cerca de dez anos e, no ano passado (2016), lancei meu primeiro livro.

2.Como costuma surgir sua inspiração? Tem horários especiais?
         
Não há um horário ou situação específica. Enquanto estou em processo de escrita, as ideias podem vir à qualquer momento. Já aconteceu de eu estar indo para o   supermercado quando me veio em mente uma possível cena. Para escrever também não tenho um horário determinado; aproveito todas as brechas que tenho. Curiosamente meu ultimo livro, "Sob a Sombra da Névoa", teve sua , maior parte produzida durantes as madrugadas, mas isto não é uma regra.

3.Que critérios você usa para criar seus personagens? Em pessoas reais ou fatos?
         
Acho que cada personagem deve ter sua função e história dentro do contexto das obras e busco escrevê-los e construí-los desta forma. Meus personagens não são baseados em pessoas reais em nenhuma de minhas obras. Talvez um ou outro trejeito observado em alguém pode ter sido aproveitado ou adaptado para enriquecimento de algum personagem, mas as personalidades são construídas no decorrer da produção mesmo. Também não uso de nenhuma experiência pessoal para construir elementos da história ou ações dos personagens; é tudo ficção (salvo as regiões mencionadas).

4.Ouve algum Escritor(a) que lhe inspirou? Qual?
         
Escritor não houve nenhum específico, apesar de ler muitos livros do Pedro Bandeira quando era nova. Acho que se eu for considerar inspiração, me inspiro mais por gênero do que autor, e minha base é o suspense, seja em histórias mais leves ou mais pesadas, que venham a pender para o terror.

5.Qual seu sentimento referente suas estórias?
         
Eu considero que sejam, principalmente os três romances, histórias completamente diferentes umas das outras, mas gosto muito de cada uma delas.

6.Como e quando surgiu O Lado Oculto do Medo? De onde veio a inspiração para o nome do livro?
      
A proposta inicial de O  Lado Oculto do Medo, que é um suspense policial, surgiu logo que eu concluí a obra anterior (Muito Além da Alameda) e praticamente emendei uma escrita na outra. O nome do livro foi um pouco mais complicado, só defini o título quando já estava com 70% da obra escrita e acredito que seja um título que se adequa ao conteúdo, além de despertar um pouco de curiosidade.




7.Qual o tempo de criação de O Lado Oculto do Medo? E quais os contratempos?
         
Foram dois meses em média, entre o surgimento da ideia e conclusão da história e não me lembro de qualquer contratempo que tenha interferido no processo de escrita, pelo contrário, a obra foi classificada entre os dez finalistas do Primeiro Prêmio Kindle de Literatura no ano passado (2016). Como se tratava de minha segunda história longa, ficar entre os dez classificados foi como ganhar o prêmio, fiquei muito satisfeita com essa conquista.

8.Além de ser escritor , exerce outra profissão?
         
Sou Psicóloga.

9.Você já recebeu critica negativa da sua obra? Como reagiu a tal situação?
         
Sim! Este é um risco ao qual todos os escritores estão sujeitos. Acho válido quando se trata de críticas contundentes, que acrescentam algo à experiência do autor e podem acrescentar também ao próprio leitor. Complicado é me deparar com críticas gratuitas, coisas do tipo "não gostei, mas este não é meu estilo de leitura"... Acredito que se a pessoa não aprecia determinado estilo, suas chances de apreciar uma obra são remotas e, portanto, não sei se este tipo de crítica pode e/ou deve ser considerada ou levada ao "pé da letra".

10.Além de O Lado Oculto do Medo, quais obras você já escreveu?
         
"O Lado Oculto do Medo" foi minha terceira obra. Além dele, tenho publicados: "Muito Além da Alameda", aventura de mistério livre para todos os públicos que trata de uma casa recebida como herança por uma família e esta casa esconde um segredo; "Soturno: três contos de suspense" e "Noturno: contos de suspense", obras curtas que reúnem contos que oscilam entre suspense e terror; e a mais recente, "Sob a Sombra da Névoa",  romance de mistério e suspense, lançado no mês passado (abril) e cuja história, que envolve mistério também, se desenrola em uma estância de gado leiteiro secular no pampa gaúcho.

11.Sei que todo escritor (a) tem o sonho de ter seu livro publicado, se tivesse que escolher uma editora, qual seria?

Particularmente não vejo tanta distinção entre e-book e livro impresso, não tenho este tipo de preconceito, porém, reconheço que a aceitação do impresso é maior. O "Muito Além da Alameda" tem sua versão impressa além do e-book; e os outros, "O Lado Oculto do Medo" e "Sob a Sombra da Névoa", estão em vias de serem lançados neste formato também. Já as coletâneas de contos não é intenção minha que sejam  impressas. Não tenho preferência em publicar por uma ou outra editora, pois, acredito que, se a história for boa, a editora torna-se apenas um detalhe. Agora, se for para considerar minhas preferências de leitura, gosto muito dos livros e do cuidado prestado ás obras da Editora Novo Conceito.

12.Qual a mensagem que você deixa para seus leitores?

Um beijo aos leitores e que todos saibam que o feedback que eles enviam ao autor é sempre muito bom, independente de seus posicionamentos em relação às obras,  ao menos no meu caso, assim como também é um grande incentivo à produção de novas obras e ao nosso enriquecimento profissional. Cada avaliação vinda de um leitor é excelente para a evolução do autor! Só tenho a agradecer e que todos sejam sempre bem vindos por meio das redes sociais (tenho o perfil no Instagram e a página no Facebook) ou outras possíveis formas de contato. Muito obrigada!

13.Para finalizarmos, fale um pouco sobre você, do que gosta, de seu projetos para o futuro, uma pequena biografia.

Sou carioca, solteira, moro no Rio de Janeiro, formada em Psicologia, como já mencionei, e por opção não trabalho na área. Gosto de escrever, de ler e os filmes de todos os gêneros, sempre foram meu maior hobby, desde os tempos das locadoras de vídeo.


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Olá Barbara, quero agradecer pela atenção, e tempo disponibilizado, que nossa parceria possa durar e trazer muito sucesso para ambas as partes. Que sua obra alcance muito sucesso!!!!
     Muito Obrigada mesmo. 


Para conhecer mais sobre a autora, vou deixar os acessos abaixo.

Facebook
Skoob

Para adquirir os livros 👇

O Lado Oculto do Medo
Muito Além da Alameda
Soturno
Noturno
Sob a Sombra da Névoa


Então queridos, espero que tenham gostado de conhecer mais esse talento Brasileiro, e adquiram logo os trabalhos dela, vocês vão amar😉


Agora me despeço.
Até a próxima,
Um Bjo e um xero da Pry😘😘😘




sábado, 24 de junho de 2017

Entrevista com a Escritora Alice Raposo

Entrevista com a Escritora Alice Raposo

Olá meus queridos,

Não
Nesse sábado mais que gostoso, venho trazer uma entrevista que fiz com a escritora Alice Raposo, ela é autora do livro Maria do Sol e o Em busca do Príncipe (não) Encantado, que super recomendo.
Vem conferir, está super legal gente😉



Alice Raposo
Escritora 
Alice Raposo nasceu no maranhão. Estudou até a quarta série, quando foi passar as férias no Piauí e recebeu a notícia que não mais voltaria. Escreveu peças de teatro apresentadas na Igreja sob sua direção. Fez cursos de teatro e participou de grupos de teatro. Cursou até o quinto período de Odontologia na UFI. Depois cursou Direito no Instituto Camillo Filho. Atualmente é servidora do judiciário trabalhista.



Vamos lá.

1.Quando você descobriu que era Escritora, que queria se dedicar á esse mundo da escrita?

Desde criança eu sempre gostei de criar. Comecei escrevendo pequenos poemas, depois comecei a escrever peças de teatro que foram apresentadas em igrejas. Com o tempo fui escrevendo contos e depois livros. Agora a descoberta aconteceu aos poucos pois o nosso caminho vai sendo construindo com o agir e o seguir.

2.Como costuma surgir sua inspiração? Tem horários especiais?

Gosto de escrever quando estou tranquila, não há um horário certo. Já acordei de madrugada com uma idéia é fui escrever.

3.Que critérios você usa para criar seus personagens? Em pessoas reais ou fatos? 

Pela vida, família, amigos e por tudo que acontece em minha vida.
Eu crio o personagem e imagino como uma pessoa com certas características  naquela situação reagiria.

4.Ouve algum Escritor(a) que lhe inspirou? Qual?

Acho que tudo que lemos nos inspira de alguma forma. Vou citar alguns como C. S. Lewis, Augusto Curitiba e Machado de Assis.

5.Qual seu sentimento referente suas estórias?

Gratidão

6.Como e quando surgiu Maria do Sol?

Surgiu de um sonho que eu tive em 2013. Do sonho fiz um conto, e do conto o livro.




7.Qual o tempo de criação do Maria do Sol? E quais os contratempos?

Comecei em 2013 com o conto, depois em 2015 nos meses de julho e agosto eu finalizei.

8.Além de ser  escritor ,  exerce outra profissão?

Sim. Sou servidora pública.

9.Você já recebeu critica negativa da sua obra? Como reagiu a tal situação?

Até agora as que recebi foram positivas, pois foram construtivas.

10.Além de Maria do Sol, quais obras você já escreveu?

Em busca do Príncipe  ( não) Encantado, Guerreiros dos Mundos e os contos ( Buracos no Tempo, Chaplin e sua Rosa e Caminhos).

11.Qual o sentimento de ter seu livro publicado pela Fundação Quixote?

Gratidão, pois abriu portas para mim.

12.Qual a mensagem que você deixa para seus leitores?

Que eu me sinto muito feliz e amada ao saber que eles leram meus livros. Adoro o feedback dos leitores.


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Olá Alice, quero agradecer pela atenção, e tempo disponibilizado, que nossa parceria possa durar e trazer muito sucesso para ambas as partes. Que sua obra alcance muito sucesso!!!!

Muito Obrigada mesmo.

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Então queridos, gostaram da entrevista? Espero que sim😊
Segue abaixo como encontrar a Alice e saber mais sobre seu trabalho😉

Redes sociais da autora Alice Raposo:
→Instagram: @alicenopaisdapoesia
→Facebook: https://www.facebook.com/alicenetaraposo/ 


E agora me despeço de vocês, deixem seus comentários😉


Até a próxima,
Um beijo e um xero da Pry😘😘😘



quarta-feira, 14 de junho de 2017

Entrevista com o Escritor Daniel Nonohay

Entrevista com o Escritor Daniel Nonohay

Olá queridos leitores!!!

Vamos de entrevista😊

Hoje trago a entrevista que fiz com o Escritor Daniel Nonohay, ele é autor do livro maravilhoso Um Passeio no Jardim da Vingança.
Um Juiz do trabalho, que se tornou escritor,nossa ele tem muito á nos contar.
Para começo de história, amei seu livro da capa ao fim, surpreendente, e breve postarei minha resenha dele.

Então vamos conhecer esse talento Brasileiro.



Daniel Nonohay
Escritor 
Nasceu em 1973 e mora em Porto Alegre. É casado e pai de duas filhas. Juiz do trabalho, escreveu o seu primeiro romance à mão, em dois cadernos pautados, quando tinha 17 anos. É autor de artigos técnicos, na área do Direito, e políticos que foram publicados em livros, jornais e sites. Organizou livros de coletâneas. É colorado. Atuou como professor e é pós-graduado em Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho e Direito Previdenciário. Foi Presidente da Associação dos Magistrados do Trabalho do Rio Grande do Sul. Atualmente, aproveita cada segundo livre para escrever, a sua grande paixão (depois, é claro, das “suas mulheres”).

Vamos as perguntas😉

1.Quando você descobriu que era Escritor, que queria se dedicar à esse mundo da escrita?
Eu sempre fui apaixonado pela leitura. Desde criança. Comecei com histórias em quadrinhos e para os livros. Meu pai e minha madrinha liam muito. Fui favorecido com estes exemplos e com a facilidade de acesso à literatura, algo muito raro em nosso país.
Era uma época pré-internet, pré-videogame e com televisão aberta restrita a quatro ou cinco canais, quando o sinal pegava. Dependendo onde você morasse, sequer TV aberta havia. A criança não tinha muitas opções para fugir da realidade, principalmente quando estava sozinha em casa. As revistas e, depois, os livros eram as portas que te levavam para outros mundos.
Minha paixão por literatura me levou a querer ser escritor. Assim, posso dizer que sempre quis ser escritor, assim como quis ser juiz.  A vida, contudo, impõe-nos algumas decisões e, por volta dos vinte anos, tive que privilegiar um dos sonhos.
Em verdade, escrever é grande parte do que faço no meu dia a dia na Justiça. Analiso histórias, tento aplicar a lei de uma forma justa e dar solução às controvérsias. Óbvio que a escrita técnica é diferente, mas a tentativa de buscar clareza, lógica e precisão é a mesma, seja na sentença, seja em um suspense, seja em uma crônica.
De certa forma, tudo está interligado. Passam pelos meus olhos, nos processos, milhares de tragédias e comédias. Finais felizes e finais tristes. Histórias que servem como um manancial praticamente inesgotável para o escritor minimamente atento. Se eu escrevesse sobre algumas delas, o público certamente acharia o texto inventivo ou “forçado” demais. Como se diz, a realidade não tem compromisso com a coerência e os casos que analiso me lembram disso a todo momento. Se você é alguém que presta atenção ao seu redor, a realidade é um lugar incrível de se viver.
Passados dezesseis anos da minha posse como juiz, eu resolvi finalmente atender a minha necessidade de contar aquelas histórias que fluíam, mesmo sem eu as provocar, nos mais estanhos momentos.

2.Como costuma surgir sua inspiração? Tem horários especiais?
Eu acredito em rotina, organização, concentração e persistência.
A inspiração existe. Eu sei quando estou inspirado. A escrita flui melhor e mais rápida. As ideias jorram e eu quase não consigo acompanhá-las. A inspiração, contudo, é traiçoeira. Aparece quando quer e em horas improváveis. O ideal é que ela lhe pegue prono para escrever.
De qualquer modo, para escrever obras maiores, você não pode contar com a inspiração. Deve contar com a constância do seu trabalho, que deve ficar no mínimo bom mesmo sem ela. 

3.Que critérios você usa para criar seus personagens? Em pessoas reais ou fatos?
A construção de personagens sólidos é essencial para a verossimilhança da história. Com personagens consistentes, o livro praticamente caminha por si só. O escritor, neste processo, torna-se um companheiro dos seus personagens.
Se você consegue criar personagens assim, basta colocar os contextos e eles respondem, levando a trama, inclusive, para locais que não imaginou previamente. É algo muito semelhante ao que Stephen King fala em seu livro Sobre a Escrita, na parte em que comenta o seu processo criativo.
Esta construção pode ter como base pessoas que conhecesses, mas não gosto da transposição de “cópias” de personalidades reais para o papel.
Por exemplo. Um Passeio no Jardim da Vingança gira em um meio, o jurídico, que frequento. Vários conhecidos, ao lerem o livro, tentam identificar quem inspirou cada personagem. Na verdade, não são inspirados em ninguém, individualmente. Essa inspiração facilitaria a construção do personagem, pois ele já está delineado na vida real, mas limita muito a narrativa. Você perde a naturalidade da escrita. Mesmo inconscientemente, não queres fazer o seu amigo, que lerá o livro depois, assim como a família dele, ser um calhorda ou um anjo. Não quero este tipo de interferência no desenvolvimento da obra.
Interessante que, exatamente pela ação dos personagens, a evolução do Passeio ficou diferente da história que imaginei, originalmente. Eles não respondiam satisfatoriamente ao que eu tinha projetado. Determinadas reações ficariam forçadas ou contraditórias com o desenvolvimento de personalidade que eles tiveram no curso da trama.
No livro que atualmente estou escrevendo, tentei quebrar esta regra e não consegui. Um dos personagens era inspirado no meu pai. A história começou a ficar artificial. Não fluía. Assim, mantive apenas algumas referências, redesenhei o personagem e consegui seguir em frente.

4.Ouve algum Escritor (a) que lhe inspirou? Qual?
Pergunta difícil.
Gosto de escritores de frases curtas, diretas e significativas, como o Hemingway. Escrever assim é um desafio. Caso consigas, o texto resultante é claro e translúcido, deixando espaço para a história fluir. Gosto, também, do estilo simples e eficiente do Haruki Murakami. Entram na lista, ainda, por outros atributos, Philip Roth, Philip K. Dick e George RR Martin.
Se eu fosse obrigado a escolher apenas um, seria o Stephen King. Eu o leio desde adolescente. Mesmo mudando com as naturais modificações de gosto que ocorrem no correr da vida, sempre o considerei um ótimo escritor e sempre tive prazer com seus livros. Isto tem um significado.  King constrói bem seus personagens e consegue fazer você acreditar e se divertir com as ideias e histórias mais estapafúrdias.
       
5.Qual seu sentimento referente suas estórias?
Eu sou o meu primeiro leitor. Tenho que gostar da história quando a escrevo e, depois, quando a leio. Óbvio que vejo defeitos, inconsistências e outros problemas no texto, mas isso não pode se sobrepor à “diversão” neste processo. Isto vale para comédias, dramas e todos os outros gêneros.
       
6.Como e quando surgiu Um Passeio no Jardim da Vingança? 7. Qual o tempo de criação de Um Passeio no Jardim da Vingança? E quais os contratempos?
Há cerca de três anos, decidi que estava na hora de escrever ficção de forma “séria”.
Entre a decisão e a última revisão, o processo de escrita demorou cerca de dois anos. Como escrever não é minha principal ocupação profissional, tinha que encontrar tempo à noite, nas férias e nos finais de semana. Apesar do pouco tempo disponível, foi um processo divertido, de descoberta de técnicas de escrita e de autoconhecimento.
Como surgiu?
Personagens com moralidade duvidosa e fortes motivações sempre me atraíram. Retirar tudo de alguém e deixá-lo vivo, somente agarrado ao desejo de vingança, é uma posição de onde se originam grandes histórias, como a de Edmond Dantés, em O Conde de Monte Cristo.
Paralelamente a isso, como disse, escrevo o que gosto de ler e tenho predileção por histórias de ficção científica e fantasia. Elas permitem um exercício maior de criação pelos autores, pois, além da história em si, dos personagens e de outros elementos, há uma exigência de construção detalhada do enredo e do mundo no entorno dos personagens
Como terceira fonte para a construção da história utilizei um meio, o jurídico, que frequento há muitos anos por ser juiz. Como diz Tolstói, fale da sua aldeia e estarás falando do mundo.
Esses foram os ingredientes que coloquei no caldeirão onde fiz o Um Passeio no Jardim da Vingança.

8.Além de ser  escritor,  exerce outra profissão?
Sim. Como referi, sou juiz do trabalho.

9.Você já recebeu crítica negativa da sua obra? Como reagiu a tal situação?
Recebi, embora menos do que pensei que fosse receber.
Um Passeio no Jardim da Vingança é o livro que eu queria ler. Não fiz concessões para facilitar a leitura ou a venda. A verdade nele é crua, há cenas muito fortes e são abordados temas, como religião e sexualidade, tabus para muitos. A forma de construção, com múltiplos focos narrativos e cronologia alterada também não a tornam uma obra “para iniciantes”.
Encaro todas as críticas com naturalidade e tento vê-las pelo lado positivo, subtraindo o que elas têm de verdadeiro.   

10.Além de Um Passeio no Jardim da Vingança, quais obras você já escreveu?
Quando eu estava cursando a faculdade de direito, arranjei um trabalho como representante (vendedor) de produtos químicos e siderúrgicos na empresa de um amigo. Naquela época, afora quando estava no telefone vendendo ou operando a máquina de telex (uma precursora do fax e do e-mail), não tinha nada para fazer. Ou lia ou ... escrevia. E foi o que fiz. Meu primeiro livro saiu ali, escrito à mão, em cadernos pautados. Nunca foi publicado e nunca será.
O livro, chamado O Analista, passava-se no Brasil, em 2028, e trabalhava com a hipótese de Maluf ter ganho as eleições de 1985 e de não ter dado certo a distensão democrática. O personagem principal era um mercenário, contratado para operar uma célula terrorista em Porto Alegre.
A ideia da história, para a época, era interessante, mas foi uma obra de formação. Quase um exercício para aprender como se escrevia um livro. Era preciso muita persistência para escrever obras grandes antes do processador de texto. Eu escrevia a mão, revisava, reescrevia em outro caderno. Depois, datilografava. Por essas e por outras coloco o processador de texto no meu altar de adoração.
Hoje em dia escrevo, semanalmente, crônicas que publico no meu site (www.danielnonohay.com.br), bem como em jornais e revistas diversos. Faço, ainda, críticas de cinema e resenhas literárias para os sites NoSet (http://noset.com.br), Homo Literatus (http://homoliteratus.com) e Novo Nerd (http://novonerd.xpg.uol.com.br). Confiram e indiquem!



11.Qual o sentimento de ter seu livro publicado pela Editora Talentos da Literatura Brasileira?
A Editora Novo Século, por meio do selo Talentos da Literatura Brasileira, atende a um nicho de mercado “carente” no Brasil. Escritores iniciantes, com algum capital, que querem fazer uma parceria para o lançamento da sua obra, sem aguardar um período longo e incerto para a publicação
A editora atendeu às minhas expectativas. A revisão, edição e impressão do Um Passeio no Jardim da Vingança foram ótimos e estou satisfeito com a relação que mantenho com a Editora.

12.Qual a mensagem que você deixa para seus leitores?

Fundamentalmente, espero que os meus leitores sejam tragados pelo universo do livro e que se divirtam neste processo. Meu objetivo sempre foi este: criar e contar uma boa história. A ideia de outros compartilhando esta história é fantástica. Leiam, critiquem e comentem. Na medida do possível, responderei a todos os que me contatarem.

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Nossa gostei muito de sua entrevista Daniel, quero agradecer pelo tempo disponibilizado, desejo que sua obra alcance todo sucesso possível.
E que venham novas histórias, por que estou ansiosa para ler mas obras suas.
Muito obrigada mesmo.

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Para saber mais sobre o Daniel e seu Livro, basta acessar os links a baixo.



Bom queridos, por hoje é só, nos vemos em breve.

Até a próxima,
Um Bjo e um Xero da Pry😘😘😘😘


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Entrevista com a Escritora Jhey Lee

Entrevista com a Escritora Jhey Lee

Helo queridos!

Olhem a entrevista que trouxe para vocês hoje, isso mesmo, entrevistei a escritora Jhey Lee, gente ela além de super talentosa é uma fofa, estava super ansiosa para entrevista-la.
A Jhey é autora de dois livros "maravilindos" (que estão Super acomodados em minha Mini Biblioteca) , é o Feridos e o Contos de Terror - Para Ler Antes de Dormir, a baixo falo para vocês como adquirir esses lindos.

Vamos conhecer um pouco sobre ela então😊



Jhey Lee
Escritora 
Jhey Lee é Autora do livro Feridos, uma série que mistura ação, drama e romance.
Jhey é formada em Letras Português Inglês pela UTP.
“A leitura sempre foi algo tão essencial quanto o ar que respiro e a escrita é o próprio ar”.
Contos de Terror /para ler antes de dormir/ é o segundo livro da Autora.
“Esse livro representa nossa vida. Momentos de tensão, medo, perdas, pesadelos, lágrimas, arrependimentos, e no final, você chega a um ponto positivo. Não importa pelo que passamos, se persistirmos no que queremos, mesmo que haja muitos obstáculos, receberemos a tão sonhada recompensa”.

“Lute por seus sonhos. Só você pode realizá-los. Com perfeita maestria”.

Vamos as perguntas😉

1. Quando você descobriu que era Escritora, que queria se dedicar á esse mundo da escrita? que ao meu ver, é o mundo da fantasia.
Sim, concordo com você, é um mundo de fantasia, um mundo incrivelmente mágico! Eu descobri através da leitura. Quando eu lia e ficava imaginando cenas que poderiam ser diferentes, ou cenas que eu colocaria se eu fosse a escritora, eu cheguei a conclusão de que estava na hora de começar a escrever as minhas próprias histórias.

2. Como costuma surgir sua inspiração? Tem horários especiais?
Às vezes, algumas situações despertam minha inspiração, como uma música, ou um Dorama que eu esteja assistindo. Mas geralmente, é quando eu menos espero, em qualquer hora ou local, por isso, eu sempre tenho cadernos, bloquinhos, post its pela casa e pelo menos um bloquinho dentro da minha bolsa. Mas o horário em que minha inspiração dispara é durante a noite e de madrugada.

3. Que critérios você usa para criar seus personagens? Em pessoas reais ou fatos?
Em ambos. Alguns personagens foram criados a partir de pessoas e acontecimentos reais que presenciei ou que me narraram. Alguns personagens foram baseados apenas em fatos, mas uma coisa é certa, todos os meus personagens, mesmo que seja um pedacinho deles, foram baseados em fatos reais.

4. Houve algum Escritor (a) que lhe inspirou? Qual?
Sim, Pedro Bandeira, com a Série “Os Karas”.

5. Qual seu sentimento referente as suas estórias?
Sentimento de felicidade extrema, gratidão, amor profundo e incondicional, realização, essência completa.

6 Como e quando surgiu Feridos?
Após chegar a conclusão de que eu deveria escrever minhas próprias histórias, eu comecei a prestar muita atenção em tudo o que acontecia ao meus redor. Desde amigas sofrendo por caras cretinos que não as merecia, como amigos se afundando e acabando com suas vidas e com as vidas das pessoas próximas a eles, devido ao uso e abuso de drogas. Além de assistir amigos e amigas sofrendo, internamente, com transtornos psicológicos como a depressão, automutilação e outros transtornos que na maioria das vezes não são tratados com a devida seriedade.



7. Qual o tempo de criação de Feridos? E quais os contratempos?
Eu levei anos escrevendo essa Série, porque exigiu e exige muito estudo e pesquisa. As cenas de automutilação, psicoses, alucinações visuais e auditivas, uso, abuso e consequência das drogas, transtornos psicológicos, muitas vezes camuflados, ou acentuados com o uso de drogas, tudo isso teve que ser cuidadosamente estudado, e pesquisado, dentro desse quesito de pesquisa, entrei em contato com os mais diferentes profissionais: professores, psiquiatras, psicólogos, clínicos gerais. E fiz pesquisa de campo com vários dependentes químicos e pessoas que sofriam com algum tipo de transtorno psicológico. A primeira versão do meu livro tinha aproximadamente 800 páginas, mas é claro, como ficou muito extensa eu precisei dividir a trama, e isso, foi um contratempo, porque para não perder a essência eu tive que triplicar o cuidado ao reescrever, alterar, acrescente e inserir cenas. Os meus maiores contratempos foi exatamente essa divisão que precisei fazer da trama, e quando perdi todos os arquivos do livro quando meu computador estragou e precisei reescrever tudo. Esses foram meus dois grandes contratempos.

8. Além de ser escritora, exerce outra profissão?
Sim, sou professora particular de língua portuguesa com ênfase em interpretação e produção de textos. Revisora. Orientadora de trama e de personagens, geralmente de escritores que estão começando.

9. Você já recebeu crítica negativa da sua obra? Como reagiu a tal situação?
Na verdade, as críticas que recebi até agora foram ótimas em todos os sentidos, porque isso, depende do ponto de vista que você compreende o que está sendo dito. Eu sempre procuro encontrar o ponto que eu posso melhorar a partir da crítica que recebi. Se é algo que eu posso alterar ou melhorar, com certeza farei, mas se é algo que faz parte da minha essência de escritora, como por exemplo: ritmo acelerado da narrativa e trabalhar com muitos personagens. Nesse caso, eu não mudo, porque é como trair a mim mesma, sendo o que não sou, fazendo o que não sei fazer, que é fingir. Eu sou o que sou, e os recursos de escrita que utilizo fazem parte do meu estilo e da minha essência.

10. Além de Feridos, quais obras você já escreveu?
Contos de Terror, para ler antes de dormir.

11. Qual o sentimento de ter seu livro publicado de forma independente?
É o sentimento mais incrível e maravilhosos do mundo. Fazer o que amo profundamente, que é escrever. Produzir com minha designer as Capas e os marcadores dos meus livros. Eu mesma poder trabalhar na revisão e diagramação do meu trabalho, e depois na divulgação. E para leituras, resenhas e divulgações de muita qualidade, tenho parceiros que me ajudam muito, e que são essenciais em minha vida. É um sentimento muito gratificante, especialmente, quando vejo que o meu trabalho está crescendo e atingindo proporções que eu não esperava, mesmo sendo escritora independente. Eu amo do fundo do meu coração ser escritora independente.

12. Qual a mensagem que você deixa para seus leitores?
Acreditem e lutem por seus sonhos. Só nós podemos realizar nossos sonhos de maneira magistral. “Tudo posso naquele que me fortalece”. Então podemos realizar nossos sonhos com a Benção e Autoridade de Deus, que é quem nos fortalece.


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Olá Jhey, quero agradecer pela atenção e tempo disponibilizado á entrevista. Quero desejar todo sucesso as suas obras e que nossa parceria seja duradoura.
Um grande beijo e até a próxima😉

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Então é só pessoal😊
Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Jhey.


Até a próxima,
Um grande bjo e um xero da Pry😘😘😘